Música e o Cérebro: Tratamento com sons binaurais
Estou num projeto com o Produtor Musical e Dj Maddox, músicas que unirão tratamento para o cérebro, aguardem...Neurociência é uma ciência que estuda o cérebro, comecei
nela estudando visão, e cheguei até o emagrecimento. Sou lua em
Sagitário, quem disse que fico parado? E pq Neurociência, pq ela
estudando o cérebro me permite estudar o que quiser kkk começou com a Lu
na @neurofonoaudiologia (precisamos retomar, hein?!) e agora lá vou eu: neurovisão em SOM!Como assim? Há 1 ano que venho debruçando no estudo dos sons binaurais com o DJ @maddoxdani e com uma gama de estudos científicos nos aventuramos a entender e agora PRODUZIR esses sons com batidas que todos podem escutar se divertindo! Estamos imersos nesse projeto! Batidas Binaurais são usadas para criar 2 ondas de frequência distintas, apresentadas separadamente, cada uma a um ouvido. O cérebro reage criando um terceiro tom, que é a diferença entre os dois apresentados. Isto permite ao cérebro se sintonizar diretamente à uma frequência que, teoricamente, o ouvido não “escutaria”. Dentre alguns fatores analisados, podemos citar os benefícios baseados na frequência: Cada frequência de som emitida tem um efeito:
10Hz 18Hz – Melhora significativamente a memória, leitura e ortografia;
40Hz – Rico em informações e processamento de tarefas de alto nível de processamento de informação;
40Hz com 18Hz – Corpo relaxado / mente focada;
Frequência 147.85Hz de Saturno – Aumenta a concentração e o processo de tornar-se consciente;
Em breve uma coletânea de sons para você usar para treinar, relaxar e até aprender!
Para o cérebro, as pessoas gostam de música pela mesma razão que gostam de comer ou fazer sexo: todas essas ações o fazem liberar uma substância química que dá prazer. O novo estudo descobriu que a substância do cérebro envolvida nesse prazer – a dopamina – faz as pessoas sentirem tanto a antecipação de um momento musical particularmente emocionante, como uma excitação por causa dele.
Recentemente Mona Lisa
Chanda e Daniel Levitin publicaram em Trends in Cognitive Science que o emprego
da música com fins curativos tem uma base empírica e é necessário esclarecer
cientificamente seus efeitos. Para isto mostraram os vários estudos que
vinculam a música a processos neuroquímicos específicos. Em sua análise
buscaram padrões na evidência científica que sustentassem a intervenção da
música na química cerebral.
Chanda e Levitin
classificaram 4 áreas em que a música intervém nos processos neurológicos:
estresse, reduzindo a ansiedade; imunidade, fortalecendo as defesas; afiliação
social, estimulando os vínculos sociais e por último, motivação, gratificação e
prazer.
Os pesquisadores também
fizeram conexões entre estas áreas e quatro neuroquímicos primários: cortisol,
serotonina, oxitocina e opióides.
Musicoterapia
Segundo a definição
oficial da Federação Mundial de Musicoterapia: “Musicoterapia é a utilização da
música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um
musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado
a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização ,
expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de
atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia
busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele
ou ela alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente,
uma melhor qualidade de vida, através da prevenção. Reabilitação ou
tratamento.” O tratamento com a Musicoterapia favorece a construção de uma
imagem positiva de si mesmo e dos outros, estimulando sua expressão (verbal,
escrita, corporal, plástica, musical).



Você já lançou alguma música binaural? Manda aí :)
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